TOP 5: Melhores Trilogias

Por: Letícia Moraes

Antes de mais nada quero deixar explicado que este não é um blog convencional, manipulado pela mídia. Então eu acabei sendo um pouco “egoísta” em privilegiar filmes que eu acho merecedores de estarem neste top 5, por isso, acabei sendo um pouco “injusta” com algumas outras trilogias bastante conhecidas e famosas, porém, vamos ao que interessa.

PS: Caso não tenha assistido algum dos filmes abaixo, NÃO LEIA, comentários podem conter spoilers.

5) Atividade Paranormal

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– O primeiro filme revolucionou o cinema de “câmera na mão”, e até por ser produção independente causou um efeito mais realista (leia-se mal feito), porém um “mal feito” que teve efeito, o filme se propôs a entreter, assustar e o melhor de tudo isso? Não explicar. Exato! O fato do filme não se preocupar com a história em si o fez chamar a atenção. Calma, vou explicar: A maioria dos filmes de terror em que existem casos de possessão, foi porque a mocinha brincou com o que não devia, no caso do Atividade Paranormal, ao menos no primeiro filme, ninguém quis explicar motivo nenhum, simplesmente aconteceu, deixando aos telespectadores mais medrosos acreditarem que eles poderiam ser os próximos.
– O segundo filme, ao contrário do que esperei, também acabou agradando, talvez devido ao fato de não ter fugido do tema, apenas ter tentado explicar e dar lógica, o que não foi falha, já que hoje em dia as pessoas querem que tudo seja explicado, eu preferia realmente que o filme se abstece de explicações, mas já que era para ter continuidade então foi necessário. Sem contar o certo “charme” nas cenas de susto, como por exemplo aquela em que a irmã da Katie estava na cozinha, de repente ela fica em silêncio, como se tivesse escutado alguma coisa, aí então todos os armários da cozinha se abrem, “medo de armário abrindo?”, sim, só quem viu a cena pra entender.
– Infelizmente o terceiro filme apelou para um lado meio bruxaria ou maldição ou qualquer outro nome que dê a essas coisas, já começo a achar que fugiu bastante do propósito, mas né? Ainda se utilizaram de uma força poderosa para causar medo… Crianças!

Ouvi rumores de que farão um 4º filme, é isso mesmo produção?

4) Toy Story

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– Não preciso nem mencionar que o fato de ter sido o primeiro longa metragem da Pixar e também a primeira animação feita do início ao fim com computação gráfica classifica justamente a entrada desta trilogia aqui. Mas não apenas isso, claro, que criança da década de 90 não quis ter um Woody depois de ver o filme? (Eu tenho até hoje um Buzz Lightyear, sempre gostei mais dele).
– O segundo filme foge do tema “guerra entre brinquedos” e adentra mais o gênero aventura, onde o nosso querido cowboy Woody tenta salvar um brinquedo do bazar de usados, mas acaba se metendo em confusão e sendo sequestrado, sendo resgatado por seus colegas de baú de brinquedos. Das três, talvez essa seja a animação mais “sem graça”, porém não deixando de ser clássica.
– O terceiro filme (pra mim o mais emocionante), faz os adultos (crianças na década de 90) desejarem chorar em frente a tv. Parece que Andy precisa ir pra faculdade, assim como todos nós que compramos um Woody em 1995 ao ver a animação pela primeira vez, e talvez ele precise se desfazer de algumas coisas, começando pelos brinquedos. Nesse “chove e não molha” eles acabam indo parar no lugar mais temido por todos os brinquedos da face da terra… Uma creche! Mas como sempre tudo termina bem, apesar de causar aflição e emoção.

3) Matrix

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– O primeiro filme narra a forma como Thomas se torna Neo, sim, onde um mero programador de computador sofre com seus pesadelos realistas e passa a fazer parte do Matrix, um sistema manipulador de mentes, ilusionista e produtor de energia. Acredito eu que este filme foi um dos mais tecnológicos, não apenas no quesito efeitos, mas na ideia de criar uma máquina que inventaria a realidade, escravizando as pessoas. Será que hoje em dia isso já não existe? rs.
– O segundo filme é onde Neo descobre-se realmente como “o escolhido”, sabendo qual sua missão, mas ainda assim sem total capacidade para enfrentar o avanço das máquinas e os clonados inimigos que surgem pelo caminho. Apesar de ser um filme de revelações, não deixa explicito o que realmente é a matrix, e ainda nos conjura uma nova dúvida a respeito: Quem criou a matrix? Deixando as pessoas com gostinho de “quero mais”.
– A continuidade com o terceiro filme exige mais batalhas, sendo assim, mais efeitos, aos quais eu achei dignamente bem feitos. Para finalizar, o mocinho encontra-se preso a uma dimensão paralela, entre a matrix e a realidade, sendo resgatado por Morpheus e sua amada Trinity (sempre gostei desse nome), em seguida o nosso herói parte disposto a enfrentar qualquer coisa em busca da paz e recuperação do caos. Acho tão fascinante quanto aos outros, mas este “revolution” acaba não revolucionando tanto assim, apesar de entrar na minha lista de clássicos, pois ao meu ver, toda trilogia que se completa e não faz sentido se não houver continuidade é como se estivéssemos assistindo o mesmo filme, só que a longo prazo.

2) De volta para o Futuro

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– Misture um cientista a la Einstein, um DeLorean que viaja no tempo, um garoto lunático e um cachorro esperto e tcharam! Crie um clássico! Isso mesmo, quem disse que é necessário muita coisa pra se criar algo que seja memorável? O Professor Utônio utilizou apenas açúcar, tempero, tudo o que há de bom e
acidentalmente o elemento X e criou as meninas super poderosas, viu como as coisas boas surgem de forma simples? Será que Dr. Emmett e o Professor Utônio tinham algum parentesco distante? Mas, talvez isso seja assunto para outro post… Enfim, retornando, o jovem Marty acaba utilizando-se do estiloso DeLorean para viajar no tempo, onde conhece sua amável mãe no passado, até que… ALERTA VERMELHO! Ela acaba se apaixonando pelo próprio filho, por isso ele precisa correr contra o tempo, literalmente, e arrumar as coisas, antes que deixe de existir e seja tarde demais.
– Dessa vez corremos junto ao Dr. Emmett, Marty e sua namorada para o futuro, afinal: existe melhor maneira de resolver problemas familiares do que viajando até 2015? A propósito, estamos quase lá e sem DeLorean! Ok, os carros ainda não voam, cadarços não se amarram automaticamente e as jaquetas não se ajustam sozinhas ao corpo, mas ver que em 1989 eles imaginavam que o futuro seria dessa forma, principalmente agora que estamos perto desse futuro, nos faz imaginar que talvez todas as idéias que temos de carros voadores, seres de outro mundo e os mimimis todos, talvez ainda estejam distantes. Filme clássico, gostoso de assistir e o melhor de tudo: Divertido!
– O terceiro filme envolve uma aventura com tempo contado, Marty tem 5 dias para fazer uma visitinha ao Velho Oeste e salvar seus amigos antes de retornar ao futuro. Infelizmente talvez esta fosse uma trilogia que se tornasse ainda mais marcante caso aceitasse continuar sendo um dueto perfeito, pois o que os dois primeiros filmes tiveram de inovadores, o terceiro se fez cair em uma rotina, apesar de ser um ótimo passatempo.

1) O Poderoso Chefão

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Clichê ou não, este será nosso primeiro colocado, merecedor não apenas na medalha de ouro, mas do troféu de melhor trilogia de todos os tempos!

– Não sou fã de máfia, assumo, mas ver Al Pacino encarnando quase que literalmente um verdadeiro poderoso chefão nos faz perder o ar, renegando sua “raça” e tentando partir para a carreira militar (muito mais macho hein?), mas tendo que encarar o assassinato de seu querido papai, o que torna os negócios pessoais demais. Não tenho muito o que falar do filme em si, acho que ele se retrata bem, sem contar que pra época foi uma originalidade em roteiro, sem mais.
– A Parte II nos trás um outro protagonista, envolvido na máfia devido a morte de sua família. Um filme que relaciona-se bem com o primeiro, que demonstra de forma ainda mais clara (ou suja) a máfia, nos fazendo enxergar em absoluto as traições e ambições de se estar envolvido na mesma, nos mostrando de forma assídua que: quem entra na mafia, não sai da mafia e prolonga esse legado para toda a família. E aí, vai encarar?
– Finalizando: Corleone se envolve com a ordem de San Sebastian devido a uma generosa doação (o que o dinheiro não pode comprar?) e nos mostra que apesar de velho, divorciado e parcialmente acabado ainda está ativo, criando um novo herdeiro para o caminho ao qual não conseguiu escapar: A Mafia. Tal herdeiro é Vinnie, seu sobrinho, que demonstra grande vontade de trabalhar com o tio. E aí o rolo todo se inicia, o filme se torna extenso demais em suas explicações (e o texto já ficou bem grandinho né?), mas apesar de toda a complexidade consegue fechar com chave de ouro uma história imparcial a todas as outras já vistas em filmes de máfia.

“Dê dois tiros na cabeça de cada um, saia devagar sem correr e deixe a arma escorregar pela mão”

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