Jullie conversa com o Papo Alternativo

Por: Vinícius Aliprandino

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Há algumas semanas, divulgamos aqui no Papo Alternativo, o lançamento do disco da cantora Jullie, Até o Sol, no qual a artista trouxe vários elementos temas, como: liberdade, amor, natureza humana, entre outros, além da participação de vários nomes da música brasileira.

A cantora que a cada vez mais ganha reconhecimento pelo seu trabalho, já participou do programa The Voice Brasil, trabalha paralelamente como dubladora, atriz, e possui uma diversidade de videoclipes, além de músicas que já são sucesso.

Para conhecer melhor o trabalho de Jullie e saber um pouco mais sobre o novo disco, realizamos uma entrevista com ela, na qual a artista nos falou sobre quando começou no mundo da música, seus trabalhos paralelos, a carreira musical, as participações de “Até o Sol”, e sua presença no programa The Voice Brasil.

Além desses, Jullie falou a respeito de vários outros assuntos, também muito interessantes, que vocês conferem logo abaixo.

(Papo Alternativo) Pra começar, fala um pouco como você iniciou no mundo da música e quando foi que decidiu seguir essa carreira.

(Jullie)
Nasci com essa vontade de cantar e sempre tive este lado artístico pulsando em mim. Comecei cantando ainda criança em casa, nas escolas e em eventos de empresas. Nunca mais parei.


(Papo Alternativo) Você além de cantora, também é atriz e estava participando do espetáculo “60! Década de Arromba – doc. musical”. Conta pra gente sobre esse trabalho.

(Jullie) Fiquei em cartaz com o musical “60!” durante a temporada carioca e foi incrível. O espetáculo é um grande documentário em forma de show, o elenco é talentosíssimo e quando a grande estrela Wanderlea aparece e canta seus sucessos, o público se desmancha de amores. Ela é realmente uma artista e ser humano de muita luz. O musical segue pra Sampa e eu me despeço para focar nos ensaios do novo show e divulgação do novo álbum.

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(Papo Alternativo) O álbum “Até o Sol” contou com diversas participações especiais. Como foi o contato com o pessoal e como você foi escolhendo cada um deles pra fazerem parte do seu disco?

(Jullie) Conheci o Dani Black no programa Gente Inocente. Hoje em dia, acompanho e gosto bastante do trabalho dele. Quando o Dani aceitou o convite nem acreditei! O Nando Motta eu conheci no The Voice, já era fã dele daquela época. A vida nos uniu anos depois do programa, hoje estamos casadinhos e é claro que eu iria usar e abusar dos talentos deste moço incrível. Quem me mostrou um vídeo da jovem Nina Fernandes cantando uma música de sua autoria foi o Guto Oliveira, da OutroEu, que também participa do álbum tocando. Me emocionei muito com o vídeo da Nina, coloquei no repeat e resolvi entrar em contato com ela para parabenizá-la. Descobri que ela já conhecia meu trabalho também, então tive muita vontade de convidá-la para participar do disco. A Ju Martins é parceira de anos. A primeira vez que a ouvi cantando, me apaixonei. Era uma música dela com o Bernardo Martins (produtor do álbum). De cara já quis os dois na minha vida, tanto que tamo junto até hoje, compondo, produzindo, tocando. A Ju é maravilhosa demais.

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(Papo Alternativo) Você participou do The Voice e levou sua canção de sucesso “Gasolina” ao programa. A partir da sua participação no programa, como foi o reconhecimento do público diante do seu trabalho e o quanto isso somou de experiência na sua carreira?

(Jullie)
O programa dá uma visibilidade legal e poder mostrar uma música autoral para um público tão grande foi uma oportunidade e tanto. Cada experiência que tive na vida foi essencial para meu crescimento como artista e essa foi uma delas. Foi especial.

(Papo Alternativo) Entre as canções do “Até o Sol” qual é aquela que mais lhe agrada e tem um gostinho mais especial?

(Jullie) Acho que “Até o Sol“, música que dá título ao álbum, é uma das favoritas. O arranjo é sensacional, tem nuances, delicadeza e força. Os tambores que nos remetem a uma atmosfera tribal, o violino que traz uma referência celta e o violão espanhol dão uma identidade muito bacana à música. A real é que amo todas, mas já que era pra escolher uma.

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Arte por: Franco Kuster


(Papo Alternativo) Além do álbum e de tocá-lo pra apresentar seu trabalho para o Brasil, quais os planos para 2017?

(Jullie) Acho que isso já é bastante coisa pra 2017. Álbum, divulgação, shows. Tudo no seu tempo. Criar, planejar e fazer acontecer demanda bastante foco e persistência. Também sigo em paralelo com a minha carreira de dubladora.

(Papo Alternativo) Jullie, a entrevista está chegando ao fim. Gostaria de agradecê-la por ter batido esse papo alternativo com a gente. Este último espaço é reservado para você deixar um recado para quem leu a entrevista e quem acompanha seu trabalho.

(Jullie) Eu é que agradeço imensamente pela entrevista. Muito obrigada, leitores! Pra quem ainda não ouviu o álbum, convido a ouvi-lo. “Até o Sol” está disponível em todas as plataformas digitais incluindo iTunes, Deezer e Spotify. Também há uma playlist do álbum no meu canal de YouTube, jullieoficial. Um grande beijo a todos!

Confiram o disco “Até o Sol” no link abaixo e acompanhem o trabalho de Jullie, através de sua página oficial no Facebook.

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