A Revolução dos Oceanos de Diego Arruda

Por: Letícia Moraes

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Vocês se lembram do “Oceanos Misteriosos” de Diego Arruda? Aquele EP com talento sem igual, que mescla estilos, desvendas novos sons e toca a alma? Pois bem, esse digníssimo trabalho ganhou uma linda sequência “Oceanos Misteriosos – Revolution”.

Com letras em inglês, pendendo mais para o lado do bom e velho rock and roll, dessa vez temos a inspiração de Diego contracenando com peso em suas canções. Seu talento está na voz, nos instrumentos e nas letras. Um artista completo!

Segue uma resenha faixa a faixa (que nunca pode faltar).
Não esqueça de ouvir com volume alto enquanto lê.

Enter the Chaos: Com uma voz gutural, guitarra pesada e muito caos envolvido! É assim que as batidas dessa canção, que se inicia com uma pegada stoner rock, toma posse de nossas almas. Penetrando a mente com sua pegada acid.

Maybe this aint a love song: Com um teor mais anos 60, quase um Elvis mais voraz, que ondula suas cordas com uma batida quase blues e de repente surpreende dando mais peso à canção. Mesclando momentos de calmaria com um perfeito “dark soul”. Em seu término se assemelha a um funny country mais melódico.

More the ska Unku: Psicodelia com batidas exóticas, um ska com alma de surf music. Uma voz em sopro que se faz parecer com um sussurro sedento, perfeitamente entonada com o ritmo da canção, como se fosse mais um instrumento a ser reparado. Uma viagem alucinante através de notas e acordes!

Hold your breath: O baixo bem planejado ganha destaque nesse rock mais clássico, desde seu início acompanhado, até seus momentos de solidão em contrapartida com a voz. A voz muitas vezes ousa rasgar, penetrando nossos ouvidos tão fundo que pode tocar todas as nossas sensações mais profundas. Com direito a um solo old e marcante.

Since her first appearance: Sabe aquelas músicas de “bailinhos” dos filmes dos anos 80? Dessas que nos fazem apaixonar? Essa música nos remete a isso, mas com uma profundidade maior. Tem algo de especial, que vai além de apenas representar seus compassos bem acabados. Uma canção que vaga pelo romantismo representado em suas palavras. Onde Diego faz um dueto com ele mesmo e um grupo em perfeita sintonia com suas cordas.

Escute até o fim, vai se deparar ainda com um bônus caloroso, mexi rock completo e misterioso. O fundo do oceano paira em nós e nós somos parte desse imerso azul de encontros e acasos!

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