Filosofia, poesia e questionamentos, em “Subplanos”, de João Werneck

Por: Vinícius Aliprandino

Capa - Heitor Muniz
Foto por Heitor Muniz

Em dois lados – “A” e “B” – através da viagem por um total de 10 faixas, carregadas de questionamentos, poesia e filosofia, o cantor, compositor e produtor musical João Werneck lançou o disco “Subplanos“.

O álbum marca a estreia do artista. E, da mesma forma que é dividido em duas faces, com músicas separadas e listadas, o disco apresenta um diálogo entre dois lados distintos, de maneira que se completam – urbano/rural e materialidade/espiritualidade.

As inspirações do trabalho passam por nomes de influências que, por mais diferentes que possam parecer, no resultado final do álbum de Wernerck, se completam – Jards Macalé, Arnaldo Baptista, Neil Young e Radiohead.

E, para produzir o álbum, o local foi escolhido a dedo. A produção aconteceu em uma antiga construção do século XX, distante dos ambientes típicos de um estúdio de gravação.

As faixas que fazem parte do disco são “Morfeu”, “Lago”, “Subplanos”, “Caixa Preta”, “Claridão”, “Kitembu”, “Neblina”, “Som Silencia”, “Nuvem Prata” e “Cavalos a.C.“. A última faixa conta com a participação de Antonio Neves, na composição.

O disco viaja por ritmos tranquilos, que em alguns momentos proporcionam tons de psicodelia, suspense e mistério, somando-se a filosofia, poesia e as questões levantadas nas canções. Os ritmos calmos, ganham vida através de uma diversidade instrumental que, ao lado das vozes, exibem riqueza musical.

Algumas das guitarras, os violões e as vozes do disco ficaram a cargo de João Werneck. Porém para dar vida ao trabalho, o artista contou com um super time de músicos. Gus Levy cuidou da guitarra baixo, hammond e coros; Angelo Wolf também gravou a guitarra, coros e ainda ficou responsável pelo synth.

O baixo e clarinetes ficaram a cargo de Gabriel Loddo. Kayan Guter, além dos coros, também gravou alguns baixos do disco. A bateria e percussões ficaram sob os cuidados de Pedro Fonte, enquanto que Guilherme Lírio também gravou, em algumas faixas, bateria, baixo e guitarra. Joana Queiroz cuidou da parte de clarone e flautas. Antonio Neves, que compôs “Cavalos a.C.”, ao lado de João, ficou responsável pelo trombone. Rudah também ficou responsável pelos coros.

Os sons de natureza, presentes ao longo do álbum, foram gravados na Chapada Diamantina.

A produção do disco ficou a cargo de Gus Levy. A gravação foi realizada por Kayan Guter, Já a mixagem foi feita por Angelo Wolf, enquanto que Ricardo Garcia cuidou da masterização. A capa do álbum nasceu das mãos de Heitor Muniz.

Confiram o disco “Subplanos” no link abaixo e acompanhem o trabalho de João Werneck, através da página oficial do músico e produtor no Facebook.

 

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