O “Horizonte” de Andersonn Prestes renasce em meio ao isolamento

Por: Letícia Moraes

Andersonn Prestes traz mais uma vez seu talento musical aos nossos ouvidos e olhos, com o videoclipe de “Horizonte”, onde encontramos algumas tomadas com o cantor e compositor tocando em uma casa e a projeção de ruas vazias, fazendo alusão ao isolamento em que vivemos.

O clipe está disponível e foi financiado pelo edital FAC Digital RS em parceria com a Feevale Techpark, em meio à pandemia o isolamento se faz o tema, mostrando ruas e paisagens vazias, mas não vagas, pois a arte se projeta vindo de uma casa, visando demonstrar conforto e entendimento.

O que se pode entender dessa “lição” é que a arte vem sendo de grande importância para amenizar os efeitos desse isolamento social. Nesses meses todos, aqueles que cumpriram corretamente as precauções e se mantiveram em suas casas, só puderam se agarrar à arte: música, filmes, séries, livros, entre outros.

Com produção da Colateral Filmes, maquiagem por Natália Marangoni, concepção, roteiro e direções de André Wofchuk e Eduardo Christofoli, edição de Leo Vogler e imagens retiradas de arquivos da Colateral Filmes, Christian Schneider e Storyblocks.

Durante a gravação do vídeo, Prestes disse ter tocado a música muitas vezes em diversos ângulos e com isso garante ter conseguido sentir a canção e se entregar a uma performance satisfatória. A música teve instrumentos e vozes gravados por Andersonn Prestes, com a produção do próprio artista junto a Vinícius Bancke, gravado no estúdio Suminsky em Porto Alegre.

A canção é melancólica, mas traz consigo também a esperança. Em seu refrão é abordado um horizonte cansado, pois ele está sempre no final do nosso campo de visão, independente do clima, do dia e do humor. Isso faz dele testemunha dos momentos e guardião do tempo. O single faz parte originalmente do álbum de 2016 do artista, mas se fez muito atual.

O clipe conta ainda com imagens da icônica praça do avião de Canoas, além de lugares marcantes também de Porto Alegre como o arco da Redenção e Gasômetro. E toda essa beleza que vemos fadada por aí, não teria razão sem a arte, que vem ali, de uma casa, de um artista.

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